O fim das sacolas plásticas ainda é polêmico - uns concordam, outros não. E não é apenas o consumidor que está sentido essa mudança de hábito.

Alguns supermercados estão com dificuldades para arrumar caixas de papelão para clientes que não tem como levar as compras. Pior: tem estabelecimento que passou a cobrar pela entrega em domicílio.

Em Jardim Camburi, por exemplo, o Carone cobra R$ 10,00 para uma entrega dentro do bairro – o que antes não acontecia.

É por estas e outras que o Procon Estadual, por meio do Centro Integrado de Defesa do Consumidor (Cindec), vai reunir representantes da Associação Capixaba dos Supermercados (Acaps), do Ministério Público Estadual (MPES) e da Delegacia do Consumidor (Decon), para tentar encontrar uma solução neste impasse .


Vale destacar que, em São Paulo, o órgão de defesa do consumidor e empresários assinaram um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) obrigando os estabelecimentos a fornecer, pelos próximos 60 dias, embalagens para o transporte dos produtos.

Anote: com a substituição por reutilizáveis, quase 7 bilhões de sacolas plásticas deixarão de ser distribuídas em São Paulo. Os supermercados, por sua vez, devem economizar R$ 190 milhões anualmente com este novo hábito de consumo.

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